“Comprar, tirar, comprar”

Por que os produtos que consumimos duram tão pouco? Por que nossa sociedade é um verdadeiro espetáculo de descartabilidade?

Comprar, tirar, comprar é uma contundente resposta a essas e a outras perguntas acerca do capitalismo contemporâneo.

Produzido pela Rádio Televisión Española e pela Media 3.14 e dirigido por Cosima Dannoritzer, esse documentário é fundamental para quem tem interesse em entender os mecanismos e o processo de formação da chamada obsolescência programada.

Postei aqui no Prefácio antes que o Décima Segunda Dimensão tomasse conta do assunto. Mas mesmo assim o Jacó vai gostar.

Confiram.

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3 comentários sobre ““Comprar, tirar, comprar”

  1. blogs oswald 10/02/2011 / 5:57

    Pois é Adriano, bom tema mesmo, vou preparar alguma coisa sobre, pois a tecnologia moderna está fortemente centrada em coisas que são criadas com um tempo de duração mínimo para que as empresas possam vender sempre, mas sem comprometer demais a qualidade. Podemos mencionar o fato das lâmpadas incandescentes, com a tecnologia de vácuo que temos hoje elas poderiam durar facilmente vários anos, mas as mesmas são fabricadas para terem uma vida média em torno de 2000 horas de funcionamento. Há exemplos de empresas que foram a falência porque seus equipamentos eram bons demais, isto é, não davam manutenção, não paravam de funcionar. Mas atualmente estamos vivendo algo mais perverso, as pessoas se vem “obrigadas” a trocar de celular, ou de computador, ou de video game, porque um novo modelo foi lançado tres meses depois da última novidade. Aonde vamos parar com isso?
    abraço Jacó

  2. Roberta 13/02/2011 / 12:49

    Eu tenho o hábito de comprar coisas usadas, já faz um tempo. Acabo de comprar um iphone que tem uns dois anos de vida (funcionando ok, veja bem). Essa história de que as coisas são feitas para quebrar, sempre que rola em mesa de bar, alguém diz que é teoria da conspiração. Mas são. E vejo que essa minha mania de comprar usados (não muitas coisas, mas compro) tem um quê de “contra o sistema”, de um jeito ingênuo, mas não conformado. Bem, já estou divagando. Obrigada pela dica.

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